sábado, 24 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Pedir é cultural?
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A comprensão do tempo
Acho que isto significa que cresci. Que se calhar ainda vou crescer mais. Que já não me julgo à luz das minhas próprias descrenças do bem e do mal. Agora posso aceitar o pecado, a tristeza, o erro a felicidade e ser masoquista ao ponto de deliciar me em pensamentos densos sobre o que não fui, o que não fiz, o que errei. A dor aqui é boa. Prefiro-a à incerteza que me fitava cada vez que eu, curiosa, viajava até antes de mim relembrava o meu percurso. Ficava sempre a meio do caminho optava sempre por não explorar-me com medo da minha própria sentença. Encontrei a paz de espírito, a harmonia que me permite relativizar, com doçura, os encontros duros com os que amo. Sofro. Tenho pena. Gostava que fosse diferente. Não julgo. Aceito. Retiro m de leve. Agarro me à minha grande conquista: a compreensão! Essa que me envaidece, me orgulha! Essa que me ilumina dos nossos bons momentos, quando penso na dureza do nosso ultimo encontro..
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Foto-Ricardo Geraldes Texto-Mariana Borges
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
O esplendor da feminilidade
Não o tenho, nunca o tive.Olho-vos na sombra da multidão e vejo o véu da vossa mente. Vejo os nossos cabelos. Vejo as nossas curvas. Vejo as nossas belezas, mais além de um pano fino que não esconde a beleza da nossa feminilidade. Não sei se vocês me podem ver. Se cativam a ânsia de poder sentir a dança dos cabelos num vendaval de Inverno sincero. Também não sei se o necessitam.Talvez a ânsia venha sempre deste lado. Dos que podemos, dos que não temos que o ter. Talvez vocês tenham a doce ingenuidade de não conhecer as entranhas da vida sem ele e, por isso, afáveis, aspiram essa lealdade à imposição. Somos livres. Cada uma que ande como quer, sim à liberdade. Gosto, não o tenho, um dia, sem obrigação, gostava de o ter... o véu.
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Texto-Mariana Borges Foto-Ricardo Geraldes
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
simplesmente leituras
Alí, depois do azul
Sempre quis saber o que havia do outro lado do mar. Como todas as crianças pensava que era um sitsitio inatingivél, sem nome,que só nos sonhos
das grandes diásporas em que vestia pele de Ulisses tinha o prazer de pisar essa terra firme tão encantadora...
Acho que às vezes ainda sonho com isso.Outras molduras. Outras formas.Outros conceitos.A mesma dúvida, o mesmo desejo. É uma fantasia deleitosa até quando estou acordada numa barulhenta tarde de sol de prai de Agosto e olho além da algazarra que as crianças provocam no rebentar das ondas...Passa o tempo,mudo.Mas ainda posso encontra neste desejo tonto do descobriro desconhecido uma serenidade que o mundo real com onome, nunca me consegue dar.Olhar o mar.Aconchego. Aventura. Sonhar!
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